ESPETÁCULOS | LABORATÓRIOS | MÚSICA

Espectáculo
16 e 17 JAN
D. INES DE CASTRO
SA Marionetas

Por ordem do senhor destas terras que as funções sejam feitas de acordo com a verdade dos acontecimentos e que os bonecos representem fielmente as damas e os senhores dessas historias. Os animadores dos bonecos durante as funções estão proibidos de fazer graças sobre a pessoa do rei e da rainha, das damas, dos cavaleiros e dos senhores dessas historias, ou mesmo ao senhor nosso pai, sobe pena de lhes ser retirada a licença para animar bonecos ou receber um castigo maior citado pelo rei ou pelo senhor destas terras.

”O “Theatrum Puparum” (teatro de bonecos) utiliza marionetas de varão que trabalham num ambiente medieval. Bonecos feitos de pau e barro manipulados por duas lindas donzelas, os bonifrates relatam a vida e os amores de Inês de Castro numa tragicomédia que não deixa de fora nem os factos verídicos deste romance medieval nem as lendas criadas à sua volta ao longo dos séculos.

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Espectáculo
20 e 21 FEV
NO TOQUEN MIS MANOS
Valeria Guglietti

“No toquen mis manos” é um clássico do teatro de sombras chinês, que teve estreia no Festival Titirijai em Tolosa, Espanha (2005). Continua em cartaz com sucesso, percorrendo o mundo, em que as sombras chinesas se encontram com o cinema mudo, os fantoches, os quadrinhos e a música para criar uma coleção de histórias cheias de graça que fascinarão todo tipo de público. Desde o início dos tempos que o homem convive com a sua sombra e daí que começa a brincar com as mãos, desenhando formas efémeras. Transformado em arte performativa pelos chineses há milhares de anos, as sombras percorrem o mundo ao longo da história.

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Espectáculo
20 e 21 MAR
O TEMPO DAS ESTRELAS
Teatro So

Um projeto que se situa entre o teatro e a oficina, um lugar experimental que procura explorar relações entre objetos sonoros e visuais.
A peça/oficina tem um primeiro momento dedicado à configuração dos seus elementos cenográficos que se vão instalando ao longo do tempo, como se tratasse de uma máquina de projeção de imagens, formas, cores e sons.
<p>Num segundo momento os alunos são convidados a manipular e intervir neste mecanismo, seguindo um modelo de prática em ensemble (elementos sonoros e visuais).
Ao longo de toda a peça a escuta é feita através de auscultadores com recepção de rádio FM.

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Espetáculo
17 e 18 ABR
O ENSAIO GERAL
GTMS - Mãozorra

Espetáculo de Teatro de Papel que resulta de um laboratório de longa duração com o teatro Sénior. Uma forma de arte cénica em miniatura, popular desde o século XVIII, que utiliza personagens e cenários recortados em papel ou cartão, manipulados dentro de uma pequena estrutura portátil inspirada no tradicional Kamishibai japonês. Neste espetáculo serão retratadas diversas vivências da região, nomeadamente a pesca e a apanha do marisco.

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Espectáculo
21 MAI
O ULTIMO GAFANHOTO DO DESERTO
Saaraci

A situação dramatizada foi inspirada num acontecimento inusitado e real: o naufrágio de um bando de gafanhotos que pretenderam viajar da Mauritânia para qualquer terra de salvação. Construíram uma jangada improvisada e com os sobreviventes conseguiram pousar em terra firme após uma longa jornada. Dessa forma viveram uma série de aventuras até chegar ao Monte Verde, em São Vicente, a “terra sonhada”, nas ilhas de Cabo Verde. Assim, numa viagem cheia de aventuras, o Gafanhoto Saaraci, o último gafanhoto do deserto, nos leva a grandes descobertas, cruzando-se com outros companheiros da natureza, na sua viagem louca até à ilha do Gigante Adormecido.
<p>Nesta fábula com atores e marionetas, que tem o nome da companhia que desenvolve o seu trabalho no campo fértil da multiculturalidade lusófona, colocam-se questões importantes como o direito que todos têm de procurar uma vida melhor. Um espetáculo que fala sobre fronteiras, emigrantes e diversidade cultural.
<p>Este espetáculo utiliza múltiplas técnicas diferenciadas, desde formas animadas, com uma belíssima marioneta que encarna o protagonista, até técnicas de contação de estóreas, utilização de máscaras e sombras chinesas.
Lúdico, divertido e criativo!

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Espectáculo
23 MAI
UM DIA SEREI REI
Baal 17

João nasceu num susto sem saber como. Enquanto se constrói, ganha a consciência de que é necessário fazer escolhas e de que existem regras para cumprir.
Vai para a escola para aprender e para descobrir quem é.
<p>Aprende a ler, aprende a matemática, fica a saber que há coisas que não sabe, e que existirá um futuro onde nem sempre as coisas serão fáceis.
<p>Depois vai viajar. Descobre-se mais um pouco, e descobre que o mundo é muito grande e nele vivem muitas e diferentes pessoas. E ele, tal como os outros, um dia crescerá, um dia terá uma profissão, um dia será uma parte transformadora da sociedade. Um dia será grande.

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Espectáculo
23 e 24 OUT
MEMÓRIAS RESSONANTES
Mãozorra

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Espectáculo
20 e 21 NOV
O MENINO ETERNO
Chão de Oliva

“O Menino Eterno” é um espetáculo de teatro com marionetas, feito a partir do texto de José Jorge Letria. Cruzando diversas linguagens artísticas e multimédia, num jogo de luz, sombra e animação, transporta miúdos e graúdos para um universo de fantasia, preenchido por simbologias e valores intemporais. As personagens aliam uma sabedoria de fundo naturalista, apelando à valorização das pequenas coisas e à contemplação.
<p>“O Menino Eterno” é um elogio à magia da infância, à amizade, solidariedade, importância da Natureza e dos seus elementos, respeito pelos outros e, em particular, pelos mais velhos e pela sua sabedoria.

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Espectáculo
11 e 12 DEZ
O NINHO
Partículas Elementares

“Sei um ninho. E o ninho tem um ovo. E o ovo, redondinho, Tem lá dentro um passarinho Novo.” Segredo, Miguel Torga 1956 O Ninho teve como inspiração um dos poemas mais singelos do escritor português Miguel Torga, que em poucas linhas revela que um segredo bem guardado pode fortalecer uma amizade verdadeira. Poesia visual pura, O Ninho revela-se nos detalhes. Com um enredo minimalista, a narrativa faz-se de um acaso; a curiosidade de um menino, despertada por uma mera coincidência, desencadeia o início de uma teia de afetos. Em palco, Carlos Silva, autor e único intérprete da obra, surge numa encenação comedida, que ganha força com o trabalho plástico expressivo, emotivo e surpreendente de Leonor Bandeira. Com um cenário com poucos artifícios, uma única personagem principal, três elementos secundários e uma banda sonora que complementa toda a peça, O Ninho é um projeto notável, que deixa no público, crianças e adultos, uma vontade imensa de deixar à solta a imaginação. O Ninho é um convite à valorização das coisas simples da vida, as que são fáceis de entender e as que devemos guardar como as mais importantes.

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