ESPETÁCULOS | LABORATÓRIOS | MÚSICA

Espectáculo
UM SUBMARINO EM MARTE
Imaginar do Gigante

Marte está na moda. As naves não param de chegar. Os grandes barcos não param de navegar. O lixo não para de aumentar. As casas não param para morar. A praia já nem tem lugar. Os que chegam não param de chegar.
<p>O turismo é uma atividade económica fundamental para a maior parte das regiões, no entanto, é cada vez mais explorado e saturado pelo turismo de massas. Projeto transdisciplinar que se expressa no movimento do corpo dos objetos no espaço. Uma viagem interativa a partir de transparências, volumes, formas e vídeo.

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Espectáculo
O CAÇADOR
Mãozorra

Espetáculo criado por João Costa em 2013, que veio surpreender os mais conservadores e fundamentalistas de tradições populares. Ainda que sejam respeitadas todas as características do teatro Dom Roberto: a velocidade, o ritmo, a sátira ou o jogo do esconde-esconde entre personagens, o espetáculo aborda novas dinâmicas e incute uma nova história no reportório tradicional.

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Espectáculo
CONCHAS
Mandrágora

Partindo da memória coletiva de ambos os países (Portugal e Noruega), misturou-se a música, a expressão dramática e corporal, o movimento e as marionetas e encontrou-se um compromisso cultural identitário. Um espetáculo icónico onde a abordagem não verbal ganha forma através da fusão fonética das duas línguas, criando novas palavras e sons, aliada à musicalidade e à linguagem corporal. “conchas” conta a história de viajantes, pintados na tela, reais e imaginários, privilegiando os bebés e as suas famílias, porque este público é a semente que germina.

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Laboratório
LABORATORIOS - CABEÇUDOS EM VIME
Marta Fernandes

A construção de gigantes é sempre um desafio aliciante, permitindo-nos alargar horizontes e revelar o impacto da grande escala. Serão construidos em vime cabeçudos gigantes e exploraremos essas figuras posteriormente no festival Estar26.
<p>O desafio proposto é o de construir algumas dessas figuras e colocá-las em exposição, bem como realizar uma mostra no exterior através de uma performance pública.

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Espectáculo
O CAMINHO DO BURRO
Histórioscopio

Caminho do Burro” é uma reflexão cómica e poética sobre o que implica e significa o conceito de liberdade, contada a partir da perspectiva de um burro, que entra em cena carregando, literalmente, o peso da sua própria história, enquanto questiona a sua condição de besta de carga. Á medida que o cenário se vira, se desdobra e se transforma, somos levados a acompanhar a jornada de um burro migrante nos diferentes momentos que marcam o seu caminho em busca de uma vida melhor.
<p>A peça é apresentada por uma atriz, que recorre a diversas técnicas tradicionais do teatro de marionetas e por um músico, que toca uma variedade de instrumentos musicais e brinquedos sonoros.

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Espectáculo
O VELHO EREMITA
Krisálida

“O Velho Eremita” é uma adaptação do conto “O Eremita Unicórnio e os Dragões da Chuva” de Estefânia Surreira, que combina fantasia com lições ambientais, levando as crianças a refletirem sobre a preservação do meio ambiente e o valor da água. Uma história emocionante sobre responsabilidade, arrependimento e a procura por um mundo mais sustentável. Há quem diga que, algures entre montanhas esquecidas pelo tempo, vive um velho Eremita dotado de poderes misteriosos. Conhecido pela sua solidão e mau génio, um dia perde a paciência quando uma chuva intensa se transforma numa tempestade. Enfurecido, desencadeia uma sequência de acontecimentos que fazem com que deixe de chover, alterando a vida de todos!

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Espectáculo
MI GRAN OBRA
David Espinosa

“Um espetáculo microscópico invulgar que reflecte sobre os paradigmas do grande teatro”. O maior teatro do planeta, 300 actores em palco, uma orquestra militar, uma banda de rock, animais, carros e até um helicóptero. Tudo isto e muito mais é oferecido em “Mi gran obra”, de David Espinosa. Com uma pequena nuance: a escala não é 1:1. O teatro de Espinosa cabe numa mala e tornou-se um dos espectáculos revelação da última temporada.
<p>Políticos, flamencas, suicídios, exibicionistas, crianças, procissões, casamentos… Apenas três filas de vinte espectadores – estes com binóculos para não perderem nenhum pormenor – poderão descobri-los em cada sessão desta joia artesanal de Espinosa que, para além de questionar o valor dos grandes projectos culturais, que, com orçamentos elevados, estão carregados de ornamentos mas vazios de conteúdo, desdobra perante os nossos olhos a evolução da própria vida.

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Espectáculo
16 e 17 JAN
D. INES DE CASTRO
SA Marionetas

Por ordem do senhor destas terras que as funções sejam feitas de acordo com a verdade dos acontecimentos e que os bonecos representem fielmente as damas e os senhores dessas historias. Os animadores dos bonecos durante as funções estão proibidos de fazer graças sobre a pessoa do rei e da rainha, das damas, dos cavaleiros e dos senhores dessas historias, ou mesmo ao senhor nosso pai, sobe pena de lhes ser retirada a licença para animar bonecos ou receber um castigo maior citado pelo rei ou pelo senhor destas terras.

”O “Theatrum Puparum” (teatro de bonecos) utiliza marionetas de varão que trabalham num ambiente medieval. Bonecos feitos de pau e barro manipulados por duas lindas donzelas, os bonifrates relatam a vida e os amores de Inês de Castro numa tragicomédia que não deixa de fora nem os factos verídicos deste romance medieval nem as lendas criadas à sua volta ao longo dos séculos.

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Espectáculo
20 e 21 FEV
NO TOQUEN MIS MANOS
Valeria Guglietti

“No toquen mis manos” é um clássico do teatro de sombras chinês, que teve estreia no Festival Titirijai em Tolosa, Espanha (2005). Continua em cartaz com sucesso, percorrendo o mundo, em que as sombras chinesas se encontram com o cinema mudo, os fantoches, os quadrinhos e a música para criar uma coleção de histórias cheias de graça que fascinarão todo tipo de público. Desde o início dos tempos que o homem convive com a sua sombra e daí que começa a brincar com as mãos, desenhando formas efémeras. Transformado em arte performativa pelos chineses há milhares de anos, as sombras percorrem o mundo ao longo da história.

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Espectáculo
20 e 21 MAR
O TEMPO DAS ESTRELAS
Teatro So

Um projeto que se situa entre o teatro e a oficina, um lugar experimental que procura explorar relações entre objetos sonoros e visuais.
A peça/oficina tem um primeiro momento dedicado à configuração dos seus elementos cenográficos que se vão instalando ao longo do tempo, como se tratasse de uma máquina de projeção de imagens, formas, cores e sons.
<p>Num segundo momento os alunos são convidados a manipular e intervir neste mecanismo, seguindo um modelo de prática em ensemble (elementos sonoros e visuais).
Ao longo de toda a peça a escuta é feita através de auscultadores com recepção de rádio FM.

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Espetáculo
17 e 18 ABR
O ENSAIO GERAL
GTMS - Mãozorra

Espetáculo de Teatro de Papel que resulta de um laboratório de longa duração com o teatro Sénior. Uma forma de arte cénica em miniatura, popular desde o século XVIII, que utiliza personagens e cenários recortados em papel ou cartão, manipulados dentro de uma pequena estrutura portátil inspirada no tradicional Kamishibai japonês. Neste espetáculo serão retratadas diversas vivências da região, nomeadamente a pesca e a apanha do marisco.

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Espectáculo
21 MAI
O ULTIMO GAFANHOTO DO DESERTO
Saaraci

A situação dramatizada foi inspirada num acontecimento inusitado e real: o naufrágio de um bando de gafanhotos que pretenderam viajar da Mauritânia para qualquer terra de salvação. Construíram uma jangada improvisada e com os sobreviventes conseguiram pousar em terra firme após uma longa jornada. Dessa forma viveram uma série de aventuras até chegar ao Monte Verde, em São Vicente, a “terra sonhada”, nas ilhas de Cabo Verde. Assim, numa viagem cheia de aventuras, o Gafanhoto Saaraci, o último gafanhoto do deserto, nos leva a grandes descobertas, cruzando-se com outros companheiros da natureza, na sua viagem louca até à ilha do Gigante Adormecido.
<p>Nesta fábula com atores e marionetas, que tem o nome da companhia que desenvolve o seu trabalho no campo fértil da multiculturalidade lusófona, colocam-se questões importantes como o direito que todos têm de procurar uma vida melhor. Um espetáculo que fala sobre fronteiras, emigrantes e diversidade cultural.
<p>Este espetáculo utiliza múltiplas técnicas diferenciadas, desde formas animadas, com uma belíssima marioneta que encarna o protagonista, até técnicas de contação de estóreas, utilização de máscaras e sombras chinesas.
Lúdico, divertido e criativo!

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