ESPETÁCULOS | LABORATÓRIOS | MÚSICA
No mundo fervilhante das formas animadas, o teatro não é mais do que o desejo que a matéria tem de se tornar vida. Neste caso, vida de papel. Para o espectador que ainda não conhece o nosso Teatro de Papel, há que dizer que ele é a ilusão das ilusões cénicas: uma miniatura que reproduz as matérias de que é feito o próprio teatro; uma estrutura teatral autónoma, portátil. Uma lanterna mágica, de viagens, memórias e sonhos. No palco, evoluem figuras humanas e cenários animados, cuja manipulação se faz secretamente por meio de fios e varas. Esta peça narra de uma forma diferente e bem humorada as aventuras e desventuras da menina Cindy também conhecida como Gata Borralheira. A jovem heroína, desprezada pelos pais e humilhada pelas irmãs adotivas, tem um único sonho: ser princesa por uma noite, custe o que custar!
Nesta abordagem da companhia teatral, Cindy representa uma alegoria em torno da sociedade de consumo, da superfluidade das relações humanas, da posição da mulher, do desespero pelo reconhecimento público, e a consequente fama instantânea embora efémera.
Esta versão de Teatro de Papel: Cindy é um espectáculo para toda a família.
No mundo fervilhante das formas animadas, o teatro não é mais do que o desejo que a matéria tem de se tornar vida. Neste caso, vida de papel. Para o espectador que ainda não conhece o nosso Teatro de Papel, há que dizer que ele é a ilusão das ilusões cénicas: uma miniatura que reproduz as matérias de que é feito o próprio teatro; uma estrutura teatral autónoma, portátil. Uma lanterna mágica, de viagens, memórias e sonhos. No palco, evoluem figuras humanas e cenários animados, cuja manipulação se faz secretamente por meio de fios e varas. Esta peça narra de uma forma diferente e bem humorada as aventuras e desventuras da menina Cindy também conhecida como Gata Borralheira. A jovem heroína, desprezada pelos pais e humilhada pelas irmãs adotivas, tem um único sonho: ser princesa por uma noite, custe o que custar!
<p>Nesta abordagem da companhia teatral, Cindy representa uma alegoria em torno da sociedade de consumo, da superfluidade das relações humanas, da posição da mulher, do desespero pelo reconhecimento público, e a consequente fama instantânea embora efémera.
No polo norte as cores juntam-se nos céus formando um enorme manto branco. A mãe urso e o seu filhote brincam e dão grandes mergulhos no mar gelado. Mas a cada dia que passa as cidades aproximam-se, e descongelam a sua casa. A mãe urso e o seu filhote partem. Para onde? É o que vamos descobrir.
<p>O aquecimento global e a poluição dos mares tornou-se um dos maiores problemas da Terra. A partir da história de uma família de ursos polares, apresentamos um trabalho de arte e ambiente, com manipulação de objetos, marionetas e sombras projetadas.
A dupla musical Araçá da Gema vem se destacando no cenário musical da Costa Vicentina e arredores, graças a sua versatilidade e paixão por ritmos que ecoam pela alma do Brasil. Composta por Mat Garcia, do Rio de Janeiro, e Kali Fawaz, da Bahia, o duo mergulha em um repertório que atravessa fronteiras musicais, do samba rock á bossa nova, da MPB ao forró e do coco à diferentes ritmos afro-brasileiros, criando uma sonoridade autêntica e que remete ás influências de cada um. <p>A história do Araçá da Gema é uma jornada de paixão pela música, impulsionada pela saudade eterna dos tantos “Brasis” por onde andaram, tornando o projeto numa grande celebração da pluralidade de uma cultura tão vasta e profunda.
Horizonte é a história de João, um miúdo de sete anos, nascido em Paradela, Miranda do Douro, que tem o sonho de conhecer o mar. Desde muito pequeno que insiste com os pais para que lhe proporcionem essa alegria, mas dinheiro é coisa que escasseia na família e, como se não bastasse, Paradela é, em Portugal, o ponto mais distante do mar. Inconformado, o miúdo põe-se a cismar. Sabe que o espera um enorme desafio, mas o desejo é tão grande que ele acaba por não resistir.
<p>Encontra um pássaro caído, com uma asa ferida, incapaz de voar. Pergunta-lhe se o quer acompanhar na viagem, prometendo tratar dele, e o pássaro diz-lhe que sim. Juntos encontrarão vários animais pelo caminho, cada um à vez. Eles aparecem-lhe como resposta a dificuldades ou medos com que se depara, ajudando-o a superá-los.
Pé de Laranja Lima é a segunda incursão da Mákina de Xena pelos clássicos da literatura infantojuvenil (após viagem ao centro da terra em 2023), em que a comovente narrativa de Zezé se torna o ponto de partida para um teatro de proximidade, de provocação sensorial e muito jogo de ator, numa ode à alegria-mais-forte-que-tudo das crianças que conhecem mais dor do que deveriam, e num regresso de três adultos ao lugar do ‘tudo é possível’, que só a imaginação permite.
O ponto de partida para esta peça é uma história verídica:
Na Vila do Bispo nos anos cinquenta, apenas uma pessoa tinha televisão e, para que toda a gente pudesse vê-la, O Sr. Brás, o homem mais abastado da vila, abria a janela de sua casa virada para a praça, para que todos pudessem ver a programação do dia.
<p>Este é o pretexto para contar algumas das coisas que aconteciam na Vila, para depois dar espaço ao conto popular “Um burro por dois”, uma história sobre a importância de não perder tempo frente as críticas estéreis da gente que fala só por falar.</p>
<p>A técnica utilizada é a do teatro de sombra, com o uso de um retroprojetor na “televisão”, onde vão surgindo imagens que animarão as palavras.
O declínio da civilização no confronto com a natureza selvagem. Sombra-Deliciosa vive sossegado no deserto do Colorado. Ocupa os seus dias
observando o movimento das cores nas rochas de sol nascente a poente. À noite, observa as estrelas. E esta é a história da sua vida desde que nasceu até ao instante em que, de surpresa, é cruelmente atingido pelo amor.
<p>Cruelmente porque, sendo Sombra-Deliciosa um cacto de pés enterrados nas áridas rochas, como poderá aproximar-se da desfraldada Duchese? Cruelmente, porque, sendo Sombra-Deliciosa um cacto encontra-se por natureza, muito condicionado para a manifestação física do seu afecto. E, se tudo isto não bastasse, como poderá ele contrariar os sinistros planos de Botifarra, o xerife, noivo, de casamento comprado, da esvoaçante Duchese? Será possível um final feliz para tão desventurado amor?
“A velha sabia que as duas piores coisas que há no mundo são as que se fazem por medo e as que o medo nos obriga a deixar de fazer.”
<p>Esta história é sobre agulhas preguiçosas, que mordem dedos, um dedal mágico que desaparece misteriosamente, uma caixa com nove lados, um novelo de lã, que não é apenas um novelo de lã, uma fita métrica tétrica que come moscas, uma velha que, sem querer, põe o pé no buraco de uma agulha e um monstro terrível que faz maldades horríveis.</p>
<p>“A Caixa de Nove Lados”, mostra-nos um mundo mágico, escondido dentro duma velha caixa de costura. Um conjunto de criaturas estranhas e singulares levam-nos a enfrentar os medos através do poder das histórias.
Poubelle é um pequeno saco de lixo que sempre sonhou em ser uma estrela, mas como evitar o destino das coisas?
Um saco do lixo é e será sempre um saco do lixo. Poubelle aceitará o seu destino nesta tragicomédia muito cómica e não muito trágica, sem atirar a toalha ao chão, porque ele sabe isso.
Na vida, se perdes o comboio, poderás sempre apanhar o próximo camião do lixo.
Um pequeno e bonito quintal, onde vive um simpático casal de velhinhos, juntamente com os seus animais, a vida decorre calmamente ao ritmo da Natureza. Agora…imaginem se, neste quintal, nascesse um nabo…Nao um nabo qualquer!…Mas um NABO GIGANTE!!! Tao gigante que ninguém o conseguisse arrancar. O que fazer?… Isso é o que vamos descobrir nesta história simples e visual que, para além de nos mostrar a tranquilidade do dia-a-dia de quem vide de e para a terra, nos relembra que mesmo o mais pequeno e fraco, pode ter uma importância…GIGANTE!
Os participantes aprendem os fundamentos básicos de criação destas figuras e os conceitos primários de multiplicação e desmultiplicação de movimento; transferência de movimento para eixos de rotação perpendiculares, paralelos ou oblíquos; programação de diversos movimentos distintos na mesma figura e temporização desses mesmos movimentos; a partir dos quais será possível criar todo e qualquer volume tridimensional automatizado seja manualmente ou através de força motora elétrica.